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Sexta, 05/12/2008 - Hoje é dia de Oxala (Nosso Senhor do Bomfim ) Deus Supremo da Paz, harmonia e do amor. Contas brancas.
 
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Após dez anos, Bob Dylan volta ao Brasil sem 'Blowin' in the Wind'
O lendário cantor, compositor e poeta norte-americano Bob Dylan fez, na noite da última quarta-feira, uma parada no Brasil com a famosa turnê Never-Ending Tour, que começou em 1988 e ganhou o apelido de "infinita". Ele subiu ao palco do Via Funchal, em São Paulo, pontualmente às 22h, com o show do seu 44º e mais recente CD, Modern Times (2006), para uma platéia de 2,5 mil espectadores. ....


O lendário cantor, compositor e poeta norte-americano Bob Dylan fez, na noite da última quarta-feira, uma parada no Brasil com a famosa turnê Never-Ending Tour, que começou em 1988 e ganhou o apelido de "infinita". Ele subiu ao palco do Via Funchal, em São Paulo, pontualmente às 22h, com o show do seu 44º e mais recente CD, Modern Times (2006), para uma platéia de 2,5 mil espectadores.

No show, o primeiro dos três agendados no País, Dylan mesclou os clássicos da sua carreira de quase cinco décadas com composições mais recentes. A tão esperada Blowin' in the Wind ficou fora do repertório, que o músico escolhe a seu bel-prazer a cada apresentação. "Nasci escutando inúmeras canções de Dylan. Eu dormia com Blowin' in the Wind. É uma pena ter ficado fora do show", disse Salles Salomão, 20 anos.

A expectativa do público, formado por adolescentes e veteranos fãs do músico, era grande minutos antes de o espetáculo começar. "Escutei Modern Times pelo menos 40 vezes. Gosto de todas as músicas. Não acredito que vou ouvir Dylan ao vivo", falou Luiz Antonio Carvalho Franco, 62, que estava acompanhado da mulher, Célia Maria Franco, 59.

Quando Bob Dylan finalmente subiu ao palco, não deixou ninguém desapontado. Ele pegou sua guitarra e tocou Leopard-Skin Pill-Box Hat, sem dizer nada à platéia. Depois, seguiu com It Ain't Me, Babe, I'll Be Your Baby Tonight e Masters of War. Na seqüência, foi ao teclado, onde ficou até o término da apresentação das 17 canções. Com um clima intimista, cantou Spirit on the Water e When the Deal Goes Down.

Durante a apresentação, Dylan raramente conversou com a platéia, salvo um "obrigado fãs" (em inglês), seguido da apresentação da sua banda. Nada mais. Ele vestia paletó cinza, calça preta e um chapéu que lembrava os velhos cantores country. Os cinco músicos que o acompanharam trajavam ternos pretos.

Os melhores momentos da noite foram a interpretação magistral de Highway 61 Revisited e uma versão irreconhecível de Like a Rolling Stone, que fez a platéia, até então sentada, levantar para dançar.

Outro momento aclamado foi Things Have Changed, que Dylan compôs para o filme Garotos Incríveis e que lhe valeu o Oscar de Melhor Canção em 2001. O prêmio o acompanha em suas apresentações e fica em cima de um amplificador. O Oscar, no entanto, não era real. Tratava-se de uma réplica.

Para o resto da noite, o músico reservou do seu vasto repertório The Levee's Gonna Break (cover do clássico blues de Memphis Minnie), High Water (for Charley Patton), Stuck Inside of Mobile with the Memphis Blues Again, Workingman's Blues #2, Nettie Moore e Summer Days.

Aos 66 anos, Bob Dylan não pareceu estar cansado - para a alegria dos fãs brasileiros que pagaram até R$ 900 para assistir ao espetáculo. Ainda que mais rouca, sua voz vibrava para espectadores que não pararam de cantar e aplaudir suas interpretações.

Quando o show chegou próximo do fim, Dylan deixou o palco sem dizer uma palavra e retornou minutos depois para Thunder on the Mountain e All Along the Watchtower. O músico balançou a cabeça em um tímido sinal de rendição e deixou o palco. Sua missão estava cumprida.


Repertório do show em São Paulo
Leopard-Skin Pill-Box Hat
It Ain't Me, Babe
I'll Be Your Baby Tonight
Masters of War
Levee's Gonna Break
Spirit on the Water
Things Have Changed
When the Deal Goes Down
High Water (for Charley Patton)
Stuck Inside of Mobile with the Memphis
Workingman's Blues #2
Highway 61 Revisited
Nettie Moore
Summer Days
Like a Rolling Stone
Bis:
Thunder on the Mountain
Along the Watchtower

Terra

Curtas @ Curtas @ Curtas @ Curtas @ Curtas @ Curtas
Presidente da BMG pede que cantores parem de compor

O magnata da música Clive Davis, que ajudou a lançar estrelas como Whitney Houston e Alicia Keys, disse que os cantores deveriam se concentrar no que sabem fazer melhor e não se sentir pressionados a compor suas próprias canções.

Presidente e executivo-chefe do BMG Label Group, Davis disse que já viu muitos artistas fracassarem em suas carreiras por não se concentrarem em procurar canções que farão sucesso, independentemente de quem as compôs.

"A vantagem está sempre está contra você", disse Davis, 75 anos, no Simpósio Billboard de Música e Dinheiro, na última quinta-feira.

"Você precisa procurar o material melhor, e o critério de escolha deve ser esse, não importa de quem seja a música. Não importa quantas canções número 1 você escreveu no passado ¿ você tem uma canção número 1 nova?".

Quando Whitney Houston o procurou, depois de seu segundo ou terceiro álbum, e perguntou se deveria começar a compor, Davis disse a ela: "Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Barbra Streisand, Frank Sinatra não compunham e estão entre os maiores artistas do século segundo a revista Time."

Ele afirmou que entre 80 e 90 por cento dos artistas com os quais vem trabalhando há mais de quatro décadas compunham seus próprios materiais. Nos últimos anos, porém, mais artistas que não compõem vêm alcançando o estrelato graças ao programa de talentos American Idol, que descobre novos cantores.

No ano passado, Davis teve um desentendimento público com Kelly Clarkson, a primeira vencedora do American Idol, devido a divergências criativas relativas ao terceiro álbum dela, My December, no qual ela co-escreveu todas as canções.

"Ela não foi contratada como cantora e compositora", disse Davis, acrescentando que o empresário de Kelly achou que o álbum renderia pelo menos seis sucessos, mas pesquisas de mercado não tinham apontado nenhum.

"Essa questão só se coloca quando se trata de artistas que podem ou não ter a habilidade de compor canções pop", disse ele. O segundo álbum de Clarkson vendeu 11 milhões de cópias em todo o mundo, de modo que, segundo Davis, as apostas em jogo são altas.

My December vendeu apenas 754 mil exemplares desde que foi lançado, em junho de 2007.

Davis e Clarkson resolveram suas diferenças pouco após o lançamento do álbum, e agora estão trabalhando em um novo disco.


Reuters

McCartney disponibilizará catálogo completo dos Beatles na Internet

Paul McCartney, 65 anos, disponibilizará o catálogo completo dos Beatles na Internet, em uma tentativa de obter dinheiro para financiar seu divórcio da ex-modelo Heather Mills, 40, informa hoje o jornal inglês Evening Standard.

A sentença do juiz sobre o divórcio é esperada para o dia 17 de março, e Heather pode receber entre 30 e 40 milhões de libras pelos quatro anos de casamento com o ex-beatle, com quem tem uma filha pequena.

A venda de todos os singles e álbuns dos Beatles na loja virtual iTunes, propriedade da Apple Computers, reportará grandes receitas a McCartney e Ringo Starr, os únicos sobreviventes do quarteto de Liverpool, assim como às famílias de John Lennon e George Harrison.

O valor do catálogo, que contém álbuns célebres da história da música pop, como Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, Help! e Revolver, é calculado em cerca de 265 milhões de euros.

A disponibilização das obras na Internet havia esbarrado até agora em alguns obstáculos legais que finalmente foram superados, e pode ser concretizada ainda este ano, segundo fontes próximas ao músico.

O catálogo das canções da carreira solo de McCartney está disponível na Internet desde maio de 2007.

McCartney terá que pagar cerca de 5 milhões de libras em despesas legais e profissionais por seu divórcio. O processo de divórcio, que ocorreu no mês passado, durou seis dias, e foi realizado a portas fechadas. Acredita-se que os advogados de McCartney tenham argumentado que sua fortuna é muito inferior aos 825 milhões de libras de que se vem falando.

Sua ex-mulher, Heather Mills, que representou a si mesma no julgamento, argumentou, por outro lado, que a fortuna do músico era muito superior à cifra.

O veredicto sobre o caso, previsto para 17 de março, deve levar em conta não somente o dinheiro obtido por McCartney durante os quatro anos de seu casamento, mas também seus ganhos futuros.

O acordo para disponibilizar as músicas na Internet só foi possível graças à resolução judicial da disputa entre a Apple Corps, empresa formada pelos Beatles para publicar e promover sua música, e a Apple Computers.


EFE


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