:: Visite a Bahia ::
     
. . . . . .
Sexta, 05/12/2008 - Hoje é dia de Oxala (Nosso Senhor do Bomfim ) Deus Supremo da Paz, harmonia e do amor. Contas brancas.
 
Documento sem título
Contratações
Atrações Musicais 
Sonorização Profis
Iluminação Cênica
Palcos e Palanques
Efeitos Visuais
Trios Elétricos
Seguranças Profis
Empresas Produções
LETRAS MUSICAIS
Com Traduções  
Nacionais
Internacionais
CLASSIFICADOS
Empregos Artísticos
Instrument Usados
SHOPPING SITE
Instrument Musical
Instrument Marcas
Equipament Marcas
Áudio Visual
GRAVAÇÃO MÚSICA
Gravadoras e Sêlos

Estúdios Gravação

MÍDIAS EM GERAL
Emissôras de Radio 
Emissôras de TV
Jornais Impressos

 

 
 
 
Show 'Dois Quartos' origina DVD ao vivo de Ana Carolina
A gravação do DVD ao vivo de Ana Carolina foi realizada em um show da turnê Dois Quartos em novembro do ano passado, no Credicard Hall, em São Paulo...


A gravação do DVD ao vivo de Ana Carolina foi realizada em um show da turnê Dois Quartos em novembro do ano passado, no Credicard Hall, em São Paulo.

Um dos destaques da apresentação foi a mescla de instrumentos que ela tocou no palco. "Aprendi a tocar É isso aí no piano, que foi fácil. As pessoas ficam pedindo para eu tocar pandeiro, mas eu não sou do samba. Eu arrisquei e dei sorte", afirmou.

A cantora disse que por enquanto não pensa em carreira internacional. "Eu tenho estado preguiçosa nisso. É uma coisa que vai rolar, mas não estou muito ansiosa. Estou numa fase muito autoral", disse ela.

Além do DVD, será lançado ainda um CD ao vivo reunindo 13 das principais canções do espetáculo.

Esse é o segundo DVD solo de Ana Carolina. A artista fez, em 2004, o DVD Estampado - Um Instante que Não Pára, e realizou em 2005 uma parceria com o cantor e compositor Seu Jorge, que resultou no DVD Ana Carolina e Seu Jorge - Ana e Jorge.

Selo Armazém
O DVD ao vivo de Ana Carolina é o primeiro trabalho do selo Armazém, que pertence à cantora. Segundo ela, a criação da sua própria produtora representa uma nova fase na carreira.

"Graças a esse público que me compreende, eu pude criar o meu próprio selo. Eu quero poder fazer por alguém o que fizeram por mim. Tenho vontade de lançar alguém pelo meu selo", destacou Ana Carolina.

A cantora disse ainda que já tem nomes para promover no mercado fonográfico, mas preferiu não divulgá-los por enquanto.

Ana Carolina completou em 2007 dez anos de parceria com a Sony BMG, que a partir de agora será responsável pela distribuição dos CDs e DVDs da artista.


Especial para o Terra

Curtas @ Curtas @ Curtas @ Curtas @ Curtas @ Curtas
Filme e documentário de ficção de Bob Marley brigam por músicas

Há um documentário de Martin Scorsese sobre o músico sendo produzido pela Tuff Gong Pictures, de propriedade da família Marley, e pela empresa Shangri La, de Steven Bing. Este seria o primeiro filme com autorização para reproduzir as músicas do cantor.

Os membros da família envolvidos com a produção de Scorsese disseram que ficaram surpresos ao descobrir que o filme da Weinstein seria lançado já no final de 2009, prejudicando a estréia do documentário, em fevereiro de 2010, mesmo mês do nascimento de Marley.

"Martin Scorsese não quer lançar seu filme junto com um projeto semelhante, e Steven Bing já fechou acordos com várias empresas que agora estão comprometidas conosco", disse Chris Blackwell, presidente da Blue Mountain, editora musical das canções de Marley.

"O projeto da Weinstein ameaça o documentário."

Ziggy Marley, um dos filhos do astro do reggae e produtor-executivo do filme de Scorsese, disse que "todos os nossos esforços e todo o nosso apoio dirigem-se atualmente para o documentário".

"Acreditamos que esse projeto é a melhor forma de representar a vida do nosso pai da perspectiva dele, e qualquer outro projeto cinematográfico referente ao nosso pai ficará vazio sem a música dele."

Rita Marley afirmou ao The Reporter que, ao vender os direitos de filmagem de seu livro à Weinstein, o contrato não incluía o direito de usar as músicas de seu marido.

Terri Dipalo, advogada da família Marley, negou que o documentário, ainda sem nome, seja um artifício para obrigar a Weinstein a comprar os direitos das músicas de Marley ou para inflacionar o preço dessas músicas.

A advogada respondeu ainda que "tudo é possível" quando questionada sobre se as músicas de Marley poderiam acabar na produção da Weinstein.

Blackwell defende que o filme biográfico da Weinstein seja adiado até ao menos 2015 a fim de evitar que os dois projetos entrem em rota de colisão. Ele afirmou ter conversado com Harvard Weinstein no dia 13 de março sobre a questão, mas que nada ficou decidido ainda.

Segundo Blackwell, há uma expectativa de que um acordo seja firmado em breve permitindo que a Weinstein Co. participe do documentário de Scorsese e adie o seu projeto.

Matthew Frankel, porta-voz da Weinstein, afirmou: "Temos um respeito enorme pela família Marley e por Chris Blackwell. E estamos conversando para encontrar formas de beneficiar ambos os projetos".


Reuters

Com crise das gravadoras, Ney Matogrosso valoriza o palco

Aos 35 anos de carreira, Ney Matogrosso distanciou-se do caminho tradicional na hora de fazer seu novo CD, Inclassificáveis. Gravou o disco em estúdio e, antes de seu lançamento, fez um show para registrar o repertório em DVD. Um indício de que o cantor, numa época de grave crise das gravadoras, valoriza mesmo é o palco.

"Minha carreira sempre foi em show. Nunca me prendi a disco ou a gravadoras", diz Ney. Inclassificáveis traz de volta para o universo do intérprete o tecladista Emílio Carrera, que tocou nos LPs dos Secos & Molhados, e artistas como Cazuza (autor, ao lado de Frejat e Ezequiel Neves, de Pro Dia Nascer Feliz, agora regravada) e Mauro Kwitko (que fez Mal Necessário, gravada por Ney em 1979).

Também retomou o repertório de artistas da vanguarda paulistana, como Robinson Borba, autor de Mente, Mente. "Acho horrível que tais trabalhos sejam vistos como malditos. Compositores como Itamar Assumpção nunca mais se livraram desse rótulo", lamenta.

De novidades, só o fato de Ney voltar a excursionar com banda - incluindo dois percussionistas, um deles também DJ - e músicas como Veja Bem Meu Bem, de Marcelo Camelo. Associado a um público mais adulto, o cantor diz atrair uma grande parcela de jovens a seus shows.

"Vejo gente jovem na platéia desde o show Cartola ao Vivo (2002). Em tudo na vida, tenho como princípio uma atitude aberta. Não acho que o mundo de 20 anos atrás seja melhor que o de hoje.

Ney diz que não pretende seguir o exemplo de alguns artistas e partir para produções independentes ou selos menores. "Sempre fui independente, nunca me submeti a ninguém." Inclassificáveis, inclusive, foi oferecido à Universal, que não se interessou. Nem me preocupei, só fui oferecê-lo para outra gravadora.

Mesmo na EMI, Ney vai lançar pela Universal um box com os 18 discos mais significativos de sua obra - incluindo os lançados pela Continental, hoje esgotados e trocados pelos fãs na internet.

"Não acho chato que os fãs façam isso, é uma realidade. O fato de certos discos só existirem em MP3 dá até um aspecto de raridade", brinca.


JB Online


Veja mais: Notícias anteriores

www.visiteobrasil.com.br Ações para o turismo no Nordeste em debate
Crise econômica mundial domina pauta do Fórum
Semana Nacional dos Eventos 2008 começa em SP
Primeira Corrida Temática Costa do Cacau
Jacaré precoce: atração imperdível no Pantanal
"Meu Canto" estréia no Café Teatro Sitorne, Rio Vermelho
MTur investe R$ 15 milhões no Centro Histórico de Salvador
Turismo do Nordeste na reunião com Lula
A Bahia recebe operadores da Alemanha
O prédio do Palácio Rio Branco será fechado para reforma

 
Google

SHOPPINGVISITEABAHIA

 

Documento sem título

Copyright 2004 -Aquishow.com.br

Todos os direitos reservados ao aquishow.com.br - É totalmente proibida a cópia total ou parcial desse site.
Visite o Brasil e fique encantado com suas belezas naturais

 

www.visiteobrasil.com.br